A pedagoga Tereza Elvira Vale ganhou destaque por sua atuação pública em defesa da anistia aos envolvidos nos atos de 8 de janeiro de 2023. Ela é mãe de João Lucas Vale Giffoni, apontado pelo Ministério Público como integrante do grupo autodenominado “Patriotas”, acusado de tentar promover um golpe de Estado com a decretação de “intervenção federal”.
Tereza tem se manifestado em diferentes ocasiões, cobrando diretamente autoridades como o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB). Em 20 de agosto de 2025, ela confrontou Motta no anexo IV da Câmara, acusando-o de atrasar a votação do projeto de anistia: “Quanto mais você adia [a votação do projeto da anistia], mais as pessoas morrem. Você é o culpado”.
Essa não foi a primeira vez que ela se posicionou publicamente. Em março, durante o Encontro Nacional Mulheres Republicanos, Tereza apareceu com uma bíblia, um terço e uma foto do filho, exigindo que o projeto de anistia fosse colocado em pauta. Ela se refere ao filho como um “exilado político”, alegando que ele estava rezando quando foi preso durante a invasão das sedes dos Três Poderes.








