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Vamos normalizar um parlamento assassino?

Não importa se você gosta ou não do presidente Lula, se votou nele ou não votou, o fato, é que se você é brasileiro e normaliza a evocação de um assassinato no uso da tribuna de um parlamento, sua participação na história humana é desprezível.

Não dá para naturalizar um parlamentar que evoca a morte do Presidente da República, continuar recebendo privilégios e alto salário pagos com recursos públicos!

A democracia representativa não comporta atitudes como esta, pois o assassinato é crime previsto no código formal que ordena as relações no país.

No âmbito político este parlamentar precisa ser cassado. Não quebrou apenas o decoro mas afrontou o sentido de tudo o que o mantém na condição atual, pois os políticos eleitos devem prezar pela segurança e ordem através de ações e exemplos cidadãos.

O congresso que está querendo calar Glauber Braga é o mesmo que suavizará este acinte. Nesse caso, urge uma renovação na relação entre nós, povo brasileiro, e deputados federais; pois estes ficaram por tanto tempo distantes das nossas avaliações que emergiram como feras dentro das perspectivas extremistas.

O horror está rondando o planeta através de políticas violentas, promotoras de diásporas e genocídios. O Brasil está na beira do abismo.

Junte sua voz neste coro cidadão e humanitário. Não fortaleça narrativas de morte, exercite sua cidadania em todas as situações, pois a vida do Lula é tão valiosa como a sua, a minha, a nossa.

As tribunas dos parlamentos brasileiros não foram construídas para o uso espúrio da naturalização da violência. Toda casa legislativa pertence ao povo, e este possui demandas sociais urgentes, que não devem ser relegadas aos períodos eleitoreiros.

Se o parlamentar deixa a vida do povo de lado e prega a morte, seja de quem for, ele está sentado na cadeira errada. Nossa indignação precisa ser veemente.

Pela vida de todos os brasileiros, inclusive de Lula, nosso presidente democraticamente eleito.

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