A perseguição a pessoas que assumem posicionamentos humanistas, a favor da vida, e são defensoras de direitos comuns, está se tornando cada vez mais banalizada em todos os recantos do país. Sim, tudo começa com a crença, a difusão da ideia e quando a mentalidade assimila o feito naturalizando a ação, começam as diásporas e as ditaduras.
Por causa disso, não podemos arriar a bandeira da liberdade civil como posto de defesa da democracia, mesmo que através dos caminhos democráticos os déspotas e as megeras cheguem ao poder público.
O debate é infinito e a razão cada vez mais sendo confundida intencionalmente pelos que encabeçam este projeto de poder tirano, nos conclama a diversificar o diálogo, deslocando das vias tradicionais, abrindo outros caminhos ainda que seja com as mãos.
A tirania já vestiu todas as roupagens ideológicas que encontrou.
O pensamento libertário precisa ecoar no meio da sociedade, convidando a experimentar sentimentos solidários.
A sociedade afetada é também um vasto campo de lutas, entre as quais poderemos encontrar afinidades, e misturar nossas mãos com essa massa que azeda, mas que pode ainda ser fermentada com outras vivências.
Não desistir de participar é a primeira vitória.
Abra o leque, a tela, o livro, o sorriso, e encontre alguém para incentivar. Precisamos de gente que sonha um mundo melhor para semear conosco.
Os perseguidores avançam quando não encontram obstáculos sólidos. Apenas a ação coletiva fortalece nossa luta. Ao ficarmos sozinhos no interior de nós mesmos, aumentam as chances de sucumbirmos.
Já abriu sua janela hoje?





