Programas sociais na era Michel Temer acumulam cortes de até 96%.
O Bolsa Família, por exemplo, que movimenta a economia de pequenas cidades alagoanas tem corte geral (em todo o país) de 32,4% entre 2016 e 2017, segundo levantamento do Valor Econômico.
Chama a atenção o silêncio da bancada federal alagoana, que novamente vai aos microfones da Câmara para discutir o futuro da 2ª denúncia por corrupção contra o presidente da República.
Nenhuma declaração de deputados ou senadores, que vão às urnas ano que vem, prestar contas do dito (ou não dito) por eles mesmos.
Prefeitos alagoanos falam em paralisia nas cidades.
E nada é dito pela bancada federal.
Certo que os acordos (ou conchavos?) com a era Temer hão de ser mantidos, em nome da “governabilidade”.
Mas, e o resto?
A nossa bancada segue o ritmo do Congresso: de costas para o Brasil.




