Parece frase vendida na esquina, mas é contatação antiga, adquirida na lide da sobrevivência quando os ecos do mundo próximo induziam à desistência.
Fui muito assediada pela descrença alheia nos princípios e desejos que abraçava, e quando logrei ouvir tais narrativas, perdia oportunidades de realização. Foi preciso errar? Sim. Foi importante sentir os efeitos das más intenções vindas de fora? Sim! Tudo importa quando a vida vivida nos ensina sobre a própria força, orientando ações e não apenas reações.
Eu nasci para a escrita! Aos seis anos já sabia disso. Quem acredita nos sonhos de uma criança de seis anos?
Eu sempre quis dizer. Angustiei nos entardeceres iguais, porque sabia que cada pôr-do-sol era diferente, mas não tinha permissão para falar.
Quantas vezes fui alvo de violências? Não conseguiria contar. O mundo iletrado que me cercava não me admitia. Fui aprendendo a me validar a partir de minhas possibilidades e todos os caminhos que abri levaram estabilidades e proteções; fiz uma caminhada de riscos e tantas vezes punida, também recebia incentivos, e estes nunca vieram do comum.
Você pode duvidar do que lhe trago em minhas vozes, mas este direito não me concedo.
Acredito com gana em tudo isso ao que entrego meu coração e as vibrações caríssimas da minha essência, eu-espírito que fala em defesa de um mundo que comporte liberdades.
Em minhas escritas ecléticas estão este tempero de lutas, resistências libertas de guetos, jargões e comoções. Minha luta é racionalmente dita entre estudos e análises, na busca da fidelidade ao ser dotado de imperfeições que nos define enquanto humanidade.
Está na hora de falar mais perto do seu ouvido e do seu coração. Já conhece minha literatura? Está acompanhando a evolução entre gêneros? Este texto é um convite.
Conheça meus livros e dialogue comigo sobre eles.
Eu acredito no que digo. Mas aceito teu diálogo com gratidão e afeto.
Venha conversar comigo!







