Uma pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quinta-feira (21) coloca o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à frente em todos os cenários de segundo turno para a disputa presidencial de 2026.
O levantamento, realizado com 2.004 brasileiros com mais de 16 anos entre 13 e 17 de agosto, aponta que o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) são os adversários que aparecem mais próximos do petista, embora ainda atrás na simulação.
Em um possível segundo turno entre Lula e Tarcísio, a disputa é a mais apertada: o presidente tem 43% das intenções de voto, contra 35% do governador paulista. A diferença de oito pontos percentuais é a menor de todos os cenários testados. Neste contexto, os indecisos somam 4%, enquanto votos brancos, nulos ou que não votariam totalizam 18%.
Contra Jair Bolsonaro, a vantagem de Lula é maior. O presidente tem 47% contra 35% do ex-presidente, uma diferença de 12 pontos. Neste cenário, os indecisos são 3% e os votos inválidos ou ausentes chegam a 15%.
A maior vantagem de Lula aparece em uma disputa contra o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O presidente teria 48% dos votos, contra 32% do filho do ex-presidente, uma margem de 16 pontos percentuais. A ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL) também foi testada e teria 34% contra 47% de Lula, diferença de 13 pontos.
Outros nomes citados como possíveis candidatos aparecem com desempenho inferior. O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), tem 34% contra 44% de Lula. O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), registra 30% contra 46%. O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) tem 32% contra 47%. O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), aparece com 32% contra 46%. E o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), tem 31% contra 47%.
A pesquisa foi realizada por meio de entrevistas presenciais e tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Os resultados refletem um cenário inicial de preferências eleitorais, mais de dois anos antes das eleições.
*Com informações da CNN Brasil
