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Sob pressão, Tribunal de Contas começa a exonerar ‘parasitas’

A pressão do Ministério Público Estadual na Assembleia Legislativa produz um efeito prático: o presidente do Tribunal de Contas, Cícero Amélio, começa a exonerar parte da árvore genealógica no Palácio de Vidro, da avenida Fernandes Lima.

Na lista de Amélio, foi exonerado “o filho”- não dele- mas de uma família inteira que está locada no gabinete da conselheira Cleide Beserra, que é corregedora do tribunal. Ou seja: a fiscal dos atos dos outros, na Corte de Contas.

No gabinete de Cleide, os familiares não trabalham. E nem precisam.

Na lista de Cícero Amélio, falta agora o “pai”, a “mãe”, a “esposa do filho” e o “esposo da filha”- todos com salários comissionados entre R$ 5.100 a R$ 7 mil- serem exonerados da Corte de Contas.

O exonerado foi candidato, em 2008, a vereador em Paripueira. Como não tinha profissão, registrou-se como “Estudante, Bolsista, Estagiário e Assemelhados”.

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