A SMTT em Maceió é tchutchuca com empresas de ônibus na capital. Mesmo após a licitação dos ônibus, a superintendência segue com a estranha política de beija-mão. Não leva adiante uma fiscalização mais dura das condições dos ônibus, segurança dos passageiros e ainda usa dinheiro público para caçar o transporte clandestino não por preocupação com os usuários e sim para garantir que os lucros dos empresários dos ônibus sigam em alta.
Caso curioso, já que a licitação, até que provem o contrário, não foi jogo de cartas marcadas, apesar das empresas ganhadoras serem as mesmas que operavam o transporte de passageiros há décadas na capital.
Então, por que é assim?
Enquanto isso, a entrada (finalmente) do Ministério Público na linha de frente contra o reajuste da passagem dos ônibus fez com que a superintendência agisse como um falso tigrão. Pressionada, promete fazer “novos cálculos” nas planilhas para definir o valor do reajuste.
O que é mais fácil de acontecer? Um acordo entre a SMTT e os empresários, que pode virar um reajuste menor da passagem; uma política de subsídio da Prefeitura ou; mais pressão, com requintes de violência, contra os clandestinos, via superintendência, que transforma agentes de trânsito em cangaceiros.
Uma condição humilhante, por certo.





