O defensor público Ricardo Melro, do Núcleo de Saúde da Defensoria, traça um quadro que piora pós-ajuste fiscal da era Dilma Rousseff:
“A situação é dramática, beira o ilícito penal e a população menos favorecida economicamente vai passar por apertos, por maus bocados para conseguir o seu devido procedimento cirúrgico, o seu medicamento”.
2015- diz o defensor- é marcado em Alagoas pelo ano do desabastecimento de remédios de alto custo. Além de fralda geriátrica, insulina, tratamento de ELA e Alzheimer e bolsa de colostomia. No lugar da bolsa, para o intestino, são colocadas fraldas ou sacos plásticos.
“Isso fere a dignidade. Pode levar a uma infecção”.
Prefeitura de Maceió e Governo do Estado são os principais responsáveis, explica o defensor.





