Rodrigo Cunha, Renan Calheiros e Renilde Bulhões disseram não ao decreto das armas de Bolsonaro. Foi uma derrota acachapante: 47 senadores a 28.
A matéria segue para a Câmara. E o recado não deve ser diferente.
Lembrando que apesar dos robôs espalhados nas redes sociais- e o tom ameaçador dos bolsonaristas- a era do hospício no Planalto perde força.
E ganha a racionalidade. O país que mais mata no mundo- cujo ódio social é inflamando pelos Bolsonaro- não pode liberar armas indiscriminadamente.




