Um raio X, elaborado pela Secretaria Municipal de Saúde de Maceió, mostra que os bairros de Ponta Verde, Guaxuma, 
De acordo com a secretaria, em todas essas localidades, os imóveis que já tiveram focos detectados há cerca de 40 dias estão sendo visitados novamente, para que os agentes possam verificar se os moradores estão seguindo as orientações ou se houve nova proliferação de focos
Em média, a infestação predial pelo vetor, em Maceió, registrada no 2º Levantamento de Índice Rápido de Aedes aegypti (Lira) de 2012, no patamar de 1,4%, considerado de risco médio.
“Temos trabalhado continuamente para reduzir ao máximo o risco de uma epidemia, mas a população ainda deixa muito a desejar nos cuidados com depósitos de água em suas residências, contribuindo para a proliferação do foco do mosquito”, afirmou o coordenador do Programa da Dengue em Maceió, Manoel Araújo.
De acordo com Manoel Araújo, as visitas são iniciadas com orientações e com a conscientização da população, além do trabalho para eliminar os depósitos inservíveis, que são tratados com larvicida , quando necessário. Já os locais considerados estratégicos para proliferações, como as borracharias e os cemitérios, também têm sido alvo do trabalho dos agentes, com visitas quinzenais. Já os terrenos baldios e as construções, são alvos de monitoramento permanente.
“Nossas equipes têm demonstrado o empenho da saúde municipal em conter o avanço da dengue na capital. Eles também convidam a população para fortalecer essa luta, mantendo-se alertas aos cuidados adequados, especialmente nos locais onde há uma grande necessidade de armazenamento de água. Cada um precisa fazer sua parte”, ressalta o coordenador de Endemias da SMS, Paulo Carvalho.
Em 2011, foram 1.191 casos notificados de dengue, enquanto o mesmo período deste ano registrou 1.028 notificações, que representam uma redução de cerca de 16%.