Secretário admite não ter como distribuir colírios de graça

A determinação da juíza Esther Manso é para que o município não encaminhe pacientes às clínicas que estão sendo auditadas pelo ministério: Seoma, Cervi, Instituto de Olhos de Maceió (IOM), Instituto da Visão, Oculare, Instituto Oftalmológico de Alagoas (Iofal) e Hospital de Olhos Santa Luzia

Depois de receber notificação da juíza Esther Manso, da 14ª Vara da Capital, que, após ação da Defensoria Pública, determinou que o município deve arcar com o tratamento dos pacientes do Programa de Glaucoma, suspenso pelo Ministério da Saúde por suspeita de fraudes, o secretário municipal de Saúde, Adeilson Loureiro, disse não ter condições de prestar atendimento aos 18 mil pacientes de Maceió sem contar com o apoio das clínicas que estão passando por auditoria do Ministério da Saúde, suspeitas de participação na fraude.

As informações são da Gazeta de Alagoas.

Tudo sobre o esquema dos colírios

A determinação da juíza Esther Manso é para que o município não encaminhe pacientes às clínicas que estão sendo auditadas pelo ministério: Seoma, Cervi, Instituto de Olhos de Maceió (IOM), Instituto da Visão, Oculare, Instituto Oftalmológico de Alagoas (Iofal) e Hospital de Olhos Santa Luzia.

“O problema é que não temos profissionais suficientes para dar conta da demanda de mais de 18 mil pacientes. Precisamos dos serviços dessas clínicas”, afirmou o secretário.

Segundo Adeilson Loureiro, a Procuradoria-Geral do Município prepara ação para tentar reverter este ponto específico da decisão da juíza Esther Manso.

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