O quê vale em tempos de crise, quando estados e municípios se dizem desesperados com os cortes federais, o ajuste fiscal da era Dilma Rousseff promete criar ou aumentar impostos e a ameaça de impeachment se aconchega na soleira da porta do Planalto?
Para o secretário da Fazenda, George Santoro, o momento é de cautela. Ainda mais porque um fantasma ronda o Governo Renan Filho (PMDB): parcelar salários de servidores.
Contra os “economistas, analistas e até feiticeiras que começam a fazer um monte de previsão” adota o cuidado:
‘Trabalhar de forma tranquila, calma para não gerar expectativas nem para o lado positivo nem para o lado negativo”.
“Medidas que prevejam movimentos negativos”.
Para isso, suspendeu férias na Secretaria da Fazenda para acelerar as medidas de combate à sonegação fiscal. A medida foi tomada na semana passada.
“Fazemos este planejamento e revemos constantemente”.
Revê as medidas enquanto Dilma segue no mandato. Ou seja o quê for que guia a presidente nesta segunda era.





