Santa Mônica registra superlotação

A Maternidade Escola Santa Mônica voltou a enfrentar superlotação, no último fim de semana, sendo obrigada a receber todas as gestantes que, rejeitadas na rede conveniada, procuraram a unidade. O excesso de pacientes obrigou a direção a deixar gestantes em macas nos corredores, até a manhã de ontem, quando finalmente a central de regulação conseguiu vagas na rede complementar, formada pelas maternidades particulares.

As informações são da Gazeta de Alagoas.

Responsável pela regulação dos leitos na rede hospitalar, o Complexo Regulador da Assistência (Cora), unidade da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), teve que se submeter à decisão das complementares, que mesmo recebendo verbas do Sistema Único de Saúde (SUS), fecharam as portas durante todo o fim de semana. A alegação é que faltam leitos para gestantes e também obstetras e anestesistas para realizar os partos.

A diretora-geral da Santa Mônica, assistente social Rita Lessa, disse que, como o sistema de saúde funciona como rede de atendimento, toda vez que as unidades complementares não dão resposta, a Santa Mônica vê sua capacidade esgotar-se. “No momento estamos com todos os leitos ocupados”, disse ela, no fim da manhã de ontem.

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