Romance brasileiro em chão alagoano: Viestes me buscar

A escritora Ana Cláudia Laurindo, alça voo em direção ao romanesco, acumulando em sua trajetória literária múltiplas expressões no grande gênero comunicativo, o heterônimo escrita, que abriga todas as expressões gráficas do dizer ao mundo.

Viestes me buscar é seu primeiro romance publicado.

A autora investe em públicos novos, rompendo limitações de nichos para ecoar sua voz de mulher brasileira militante da escrita, uma extensão do seu fazer enquanto coordenadora do Coletivo Mulheres que Escrevem.

Um trecho do romance:

“Luanna chorou. Lembrou da forma repentina com a qual tudo mudou e sentiu imensa dor. Augusto se aproximou para abraçar enquanto pedia que não falasse nada, apenas se acalmasse. Durante alguns minutos ela se agarrou a ele, lembrou do quanto era bom abraçá-lo, apertou um pouco mais. Ele também não ficou indiferente. Por um instante, sentiu alegria por estar com Luanna em seus braços, tão perto, tão aconchegada, embora estivesse chorando por outro homem”.

A obra está literalmente saindo do forno, para encontrar pessoas leitoras e cumprir seu destino de livro, que é ser lido e acolhido.

Em breve será lançado um calendário de lançamentos, incluindo a 11ª Bienal Internacional do Livro de Alagoas, na qual o Coletivo Mulheres que Escrevem estará com um estande no box 92.

Sinopse:

Enquanto anda pelas ruas de São Paulo, Augusto lembra de Luanna, uma paixão deixada em Alagoas. Augusto quer uma vida nova e diferente. Luanna descobre como lidar com os próprios extremos, enquanto Magdalena quer se libertar de uma rede internacional de prostituição. Arnaldo se equilibra entre a vida e a morte, ao tempo em que Luciana desponta para girar a chave de uma outra história. Sozinha, Aparecida se surpreende com a própria capacidade de sobrevivência.

Muitas vezes o destino é cruel. Também pode ser incrível e libertador.

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