A Secretária da Igualdade Racial é uma mulher indígena por parte de pai, mas para entrar no território tendencioso do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos de Damares, teria que ser mais que uma representante dos povos, e este porém está no fato de ser evangélica e combater práticas culturais tradicionais.
A sanha de evangelizar indígenas ganhou assento e vai avançar, corporificar políticas de entranhamento da fé, requisito perfeito de avanço do pensamento fascista.
Não celebremos! Não nos deixemos levar pela ingênua ideia que nos vendem. Damares é pensante, e por mais absurdos que fale lembrem que o kit gay foi importante cabo eleitoral de Bolsonaro.
Mais um ataque frontal às comunidades indígenas, vem junto com essa representação. Cenas dos próximos capítulos em breve.