José Jair Barbosa Pimentel – Dicas de economia para o dia a dia do consumidor
Endividamento
Mais da metade dos assalariados se encontra endividada com empréstimos consignados, que não pode atrasar, nem negociar, porque a prestação é descontada diretamente do salário. Mas também deve no cartão de crédito parcelado, sempre pagando o mínimo e tendo o valor da dívida acrescido de juros e multas todo mês, além de prestações no carnê, cheque especial e outros sistemas de crédito. E a tendência é aumentar mais ainda, já o que o governo continuar incentivando o consumo, aumentando o percentual de comprometimento, agora em 35% do salário,além do prazo de pagamento.
Essa mesma situação ocorreu em 2008, na Europa e Estados Unidos, falindo bancos e os devedores, o desemprego aumentou e o PIB foi a zero, surgindo a crise econômica mundial, que na época o então presidente Lula, diz que não atingia o Brasil.Mas agora atingiu e já estamos em plena recessão, com a queda na produção (PIB negativo), desemprego, endividamento da população. A tendência é assim permanecer por mais uns 4 anos.
O que fazer?
Ao consumidor, só resta mesmo, economizar ao máximo, procurar viver de acordo com o que ganha, evitar acumular dívidas e mudar seus hábitos de consumo. Pesquisar preços, reduzir o consumo de energia, água, telefone, combustível, serviços essenciais, mas que podem muito bem diminuir.
Cartão de crédito
Os juros são os mais altos do mercado. Portanto, só use mesmo, se tiver certeza de que vai pagar o valor total da fatura no prazo certo. Se parcelar, saiba que vai ficar impagável e com um grande prejuízo para seu orçamento.
No supermercado
Alimentos e material de limpeza e higiene, vêm aumentando de preços numa rapidez grande, o que gera inflação. Ao se dirigir ao supermercado,leve uma lista de compras e siga à risca, antes pesquisando preços. Se encontrar um produto de marca diferente da que sempre costumou usar mais barato, não conte conversa, coloque no carrinho.
Negociando
Se tem dívidas que não seja no sistema consignado (desconto em folha), negocie com o credor, faça um acordo, dentro de sua possibilidade de pagamento. O que não pode, é simplismente deixar de pagar, seguindo aquele diato: “devo não nego,pago quando puder”. Isso é prática de vigarista.









