Os dois podem repetir – ou demonstrar alguma indignação – sobre os imorais contratos de saneamento que entregaram água e esgoto para a iniciativa privada, aumentando as tarifas. Mas quem for eleito não poderá alterar a duríssima realidade vivida principalmente pelos mais pobres. E a ausência do poder público na fiscalização dessas demandas.
No interior, quem não tem três salários mínimos para cavar um poço fica submetido à falta de água – e cobrança sempre em dia- das concessionárias.
E a situação vai piorar quando a Casal for privatizada.



