Com a aprovação do reajuste de 3% aos servidores estaduais (o restante, 2,79% será em janeiro de 2024), a Assembleia Legislativa e o Governo emparedam os funcionários públicos.
O Sinteal,por exemplo, anunciou greve. Mas se prepara para a judicialização.
E, no tapetão, a vantagem é do Governo.
