Números do IBGE divulgados nesta sexta-feira, 8 de maio, apontam que quatro em cada dez famílias dependem de programas sociais, mais que o dobro da média nacional.
São 41,7% das habitações onde os moradores recebem algum programa social: Bolsa Família, BPC-LOAS e outros. No país Alagoas é o quarto colocado, atrás do Pará, Maranhão e Piaui.
Entre os programas sociais mais acessados por estes alagoanos está o Bolsa Família (32,8%). Já o BPC-LOAS alcançava 9,2% dos lares alagoanos, enquanto 9,0% recebiam outros programas sociais.
A proporção de domicílios que recebiam algum programa social do governo atingiu o maior patamar da série histórica da PNAD em 2020, primeiro ano da pandemia de Covid-19, quando chegou a 50,1% dos lares do estado.
Após esse pico, o percentual passou a recuar nos anos seguintes, caindo para 45,7% em 2021, 41,2% em 2022 e 41,1% em 2023. A partir daí, entretanto, o indicador voltou a crescer, alcançando 41,3% em 2024 e 41,7% em 2025, maior percentual registrado desde o período pós-pandemia.








