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Quaest: 37% avaliam Governo Dantas como positivo, 28% negativo e 26% regular

Nos últimos dias, o governador Paulo Dantas anunciou diminuição dos números da violência, menor taxa de desemprego e investimentos no Hospital Geral do Estado. Mesmo assim, a popularidade da gestão se destaca pouco.

Na avaliação do Quaest, em pesquisa encomendada pela TV Gazeta, o Governo Dantas é visto desta forma pelos entrevistados na capital:

  • Positiva: 37%
  • Negativa: 28%
  • Regular: 26%
  • Não soube/não respondeu: 9%

Um governador bem avaliado ajuda no desempenho dos seus candidatos à beira das eleições.

Em Maceió, porém, o último governador que transferiu sua popularidade foi Ronaldo Lessa, elegendo e reelegendo Kátia Born.

Ao que demonstra a pesquisa, o maceioense ainda não assistiu às políticas de diminuição de desigualdade muito menos diferença nos próprios salários na gestão Paulo Dantas.

Também analisa a própria qualidade de vida na capital, o desenvolvimento da cidade e as condições de órgãos estatais de atender ao público.

Maceió gerou 65% dos empregos de Alagoas, segundo o IBGE, mas os entrevistados identificam nesse dado as digitais do Governo?

Além disso, o alagoano possui o segundo menor salário médio do Brasil. Também significa pouca chance de mobilidade social.

Relatório divulgado com exclusividade pelo Repórter Nordeste demonstrou arrecadação recorde de 22% no ICMS e 32% no Fundo de Participação dos Estados (FPE).

O bolo cresceu. Mas os pedaços estão sendo distribuídos para quem?

Os salários dos servidores estaduais – que podem melhorar graças a estes números- é desigual como Alagoas. E o reajuste anunciado este ano pelo governador foi de 5%.

As deficiências são históricas e o Governo ainda não conseguiu mostrar na ponta sua agenda de melhorias.

As mortes violentas caíram 9,27%- a maior em sua história- mas existe sensação de segurança?

E no Hospital Geral do Estado? A situação dos funcionários e dos que recebem tratamento está boa para quem?

A pesquisa Quaest funciona como um caixa de som, aos quem têm ouvidos para ouvir. Talvez Paulo Dantas compreenda o recado. Ou não.

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