Após salvo-conduto que impede a prisão da ex-prefeita de Piranhas, Melina Freitas, também livrou das grades outras 13 pessoas acusadas de integrar o esquema que desviou R$ 15,9 milhões dos cofres da cidade.
De acordo com a 17ª Vara, que negou a prisão, não há sentido prender os acusados no crime se a chefe da quadrilha- assim chamada pelo Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc), do Ministério Público Estadual, permanece solta por causa do salvo-conduta, uma decisão que só pode ser derrubada pela Câmara Criminal do Tribunal de Justiça.
Na denúncia, o Gecoc pede a condenação da ex-prefeita, por 385 vezes, pelo crime de peculato; 23 vezes por falsificação de documento particular; 23 vezes pelo ilícito de falsidade ideológica; 28 vezes pelo crime de uso de documentos falsos; 23 vezes por fraude em licitação; e, por fim, pelo ilícito de formação de quadrilha.








