A deputada federal Rosinha da Adefal (PT do B) é candidata a prefeita de Maceió. Seu vice deve ser do próprio partido. 
“Ser vice? Impossível”, disse. E sendo deficiente, como é o preconceito? “Preconceito maior é por eu ser mulher”, resume a parlamentar federal.
Em Maceió, Rosinha da Adefal teve 55 mil votos. Já foi cotada para vice do deputado federal Rui Palmeira (PSDB); depois, vice do ex-governador Ronaldo Lessa (PDT). Atribui o posto ao preconceito da política local.
“Não abro mão de ser pré-candidata. Nem para um trem. Porque se o trem vier e me atropelar, deficiente física já sou. E se eu morrer, vou para o céu”, afirma.
Na cartilha, vai atacar qual candidato? “Nenhum”. E vai falar sobre o quê no horário eleitoral gratuito? “De duas necessidades que temos em Maceió. Todos falam em segurança pública, violência, temas que são importantes, mas os dois principais mesmo são Educação e Esportes. Escola funcionando e bem e áreas de lazer, com cultura, atividades esportivas em todos os lugares da cidade. Esse é o antídoto contra a violência. Não pode ser diferente”.