Antes de abortar, a mulher vítima de estupro no Rio Grande do Norte seria obrigada, por 2 semanas, a assistir “demonstração das técnicas de abortamento, com explicação sobre os atos de destruição, fatiamento e sucção do feto”. Esse é trecho do projeto de lei que tramitava na Assembleia Legislativa potiguar e que foi retirado de pauta após o caso da criança de 10 anos, grávida após estupro.
A ideia das sessões de tortura psicológica era do deputado Kleber Rodrigues (PL-RN).
Segundo a Tribuna do Norte:
