Fernando Collor é daqueles inimigos na política que poucos querem ter, apesar de não ser imbatível.
Ronaldo Lessa e Renan Filho que o digam. Experimentaram a pesada artilharia do senador, flambados ambos em tempos diferentes (Lessa ontem, Renan hoje).
Rodrigo Cunha é o alvo da vez. Disse que não estava em Brasília para andar nem de Ferrari nem num camburão.
Mexeu nos carros e nos brios de Collor.
Os dois estão do mesmo lado, o de Jair Bolsonaro.
Mas, um dia, e nem vai demorar tanto assim, o presidente da República terá de vir a Alagoas e subir no palanque.
Collor é presença garantida.
E Rodrigo Cunha?
