Cento e dezoito dias depois, os professores da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) votaram, ontem, em assembleia, pelo fim da greve. Sem conquistas objetivas que atendam toda a categoria, como o Plano de Cargos eCarreira (PCC), e sem ganho real, eles prometem, agora, lutar no Congresso Nacional.
O fim do movimento paredista foi aprovado por 104 votos, contra 68 que defendiam sua continuidade.
Segundo o diretor financeiro da Associação dos Docentes da Ufal (Adufal), professor Aílton Galvão, mesmo sem ganhos econômicos, o movimento serviu para conquistas políticas.
“Nosso objetivo era a implantação do PCC, porque não podemos entender como uma carreira tem início, meio, mas não tem fim. Este é o caso dosprofissionais que têm mestrado, por exemplo, e mesmo depois de décadas de trabalho não conseguem nenhuma ascensão”, explicou Galvão, citando sua própria situação como professor no curso de Ciências Agrárias.
As informações são da Gazeta de Alagoas








