Presente de grego no Natal aos alagoanos: Alagoas e Maceió lideram em proporção de analfabetos, tanto entre os estados quanto nas capitais.
Não é um ranking novo. Há décadas é assim.
Graciliano Ramos em seu Infância já mostrava o que era estudar nas escolas alagoanas.
É diferente hoje? Parece que não.
A Secretaria Estadual de Educação disse, em nota:
(…) embora o índice atual de analfabetismo seja inaceitável, é fundamental que a sociedade saiba que o estado está em uma trajetória consistente de sucesso. A Seduc já reduziu a taxa de analfabetismo em mais de 40% desde 2011, quando o índice estava em torno de 25%. Essa redução histórica comprova a eficácia das políticas de EJA ofertadas continuadamente.
Para acelerar a queda desse índice, o Governo de Alagoas liderou a inédita retomada do Programa Brasil Alfabetizado (PBA) – Edição Saldos Remanescentes, paralisado há 10 anos em nível nacional. Esta ação emergencial garantirá, entre 2024 e 2025, a alfabetização de 14.000 jovens a partir de 15 anos, adultos e pessoas idosas, com 80% dos atendimentos focados na zona rural, combatendo diretamente o analfabetismo onde ele é mais persistente. Os próprios dados do IBGE atestam que o Ensino Fundamental já está praticamente universalizado (94% de frequência), e a Seduc segue com o investimento em Escolas de Tempo Integral e qualificação da EJA, provando que a superação do analfabetismo é a maior prioridade do Estado.
A Secretaria Municipal de Educação de Maceió ainda não se pronunciou.
