Porque a conta é simples: o passivo trabalhista da televisão (aliás, de todas as empresas da Organização Arnon de Mello) é considerado alto demais para quem lida com dinheiro a todo o instante. Quem compra um meio de comunicação deste tipo, ainda mais com o sinal da TV Globo (por si só um grande atrativo para anunciantes) não tem interesse em investir novos milhões para um retorno a conta-gotas.
A praça alagoana também é pequena demais no faturamento do ‘negócio Globo’. Se deixasse de existir (o que hoje não interessa para a Globo, ressalte-se) equipes de Pernambuco poderiam produzir material para o Rio ou São Paulo.
É como se pensa.
Esta semana, Arnon de Mello, filho do ex-senador Fernando Collor, se fez anunciar em Alagoas. O mercado especulou que foi uma tentativa de assumir as rédeas da organização. Pode ser. Ou não.
