Se, de fato, quiser interferir na escolha do futuro chefe do Ministério Público do Rio de Janeiro, o clã Bolsonaro terá de se submeter a Constituição do Estado.
Na eleição interna do MP, é construída uma lista tríplice. Depois, o governador tem que escolher um destes três nomes.
Não vale usar a estratégia Augusto Aras: ou seja, escolher gente de fora da lista.
O nome bolsonaro lista deve estar na lista tríplice.
E, para isso, deve ter voto.
Lembrando: é no MP do Rio que correm as investigações da rachadinha, envolvendo Flávio Bolsonaro e Fabrício Queiroz.
