A fidelidade de setores da Polícia Militar de Alagoas a deputados estaduais é notória o que parece não constranger mais os poderes.
Na operação Taturana havia um PM que atuava como dedo duro, oferecendo informações sobre operações da polícia para a Assembleia.
Lembra da criatura com uma mala de dinheiro, fugindo e atirando na Polícia Federal, naquela ação contra Marcelo Victor durante as eleições? Pois bem, ele também era militar.
O Comando Geral nada viu.
Só que o setor de inteligência da PM não merece que seu relatório, ainda que cheio de falhas, sobre quem financiava os golpistas na avenida Fernandes Lima seja mais uma peça jogada no lixo.
A Assembleia assim o faz, ao estar pagando salário para este pessoal, com conexões que podem revelar muita coisa.
Por exemplo: quem na Casa de Tavares Bastos tem interesse em manter o gato e o rabo do gato debaixo da cama?
Existe nome, sobrenome, RG e CPF escritos até em bandeiras sacudindo para a multidão.




