Personagem que conhece bem o voto evangélico disse ao Repórter Nordeste que muitos têm procurado a igreja, fazendo-se passar por crentes, para pescar almas.
Mas o resultado é inverso: o candidato, quando não frequenta a igreja, logo é reconhecido. E tratado com certo desdém.
Porque prevalece a ideia do oportunismo: o candidato só aparece em tempos de eleição, em outros momentos demonstra distanciamento.
Pelo sim pelo não, os candidatos se mantêm alheios às críticas internas. E vão atrás dos religiosos- em especial os evangélicos.
