A Segurança Pública é tema que movimenta pesquisadores em todo o Brasil. Rápida consulta no Google permite acesso a estatísticas comentadas, debates, livros, estudos- principalmente aqueles que ONGs e academias produzem para uma das áreas mais dramáticas do país.
Mesmo assim, o ministro da Justiça, Sérgio Moro, usou o senso comum- esgarçado pelo presidente Jair Bolsonaro- para a construção do seu pacote.
A Folha de São Paulo teve acesso à minuta comentada do pacote de Moro. Descobriu que o ministro a construiu sem precisar buscar “evidências, estudos ou boas práticas”.
Usou o achismo: disse existir indícios de apoio popular à prisão de condenados em segunda instância e o confisco de bens de criminosos.
Moro- tratado como herói do sistema- se autoproclamou, também, um sábio. Na linha de Olavo de Carvalho, que despreza as universidades e seus pesquisadores porque ele não tem formação acadêmica- e está na alcunha “Olavo, o Pensador”.
Dá para tu, seu Rodin?




