Se nosso país fosse sério na instâncias da justiça, a família Bolsonaro sairia da plenária para a prisão, por louvar o homicídio e a tortura!
Estarrecida fiquei com a declaração pública de adesão aos crimes da Ditadura Militar.
Mas as aulas que não tivemos sobre isso levam milhares de brasileiros, pelos limites da religiosidade fundamentalista, a disseminarem uma representação errônea da atuação política de tão famigerada personagem.
Não há necessidade alguma de defesa do nome de Deus, pois o sentido máximo da fé é sobrehumano, transcendente, e todos os que se arrogaram o direito de fazer sua defesa ao longo da história humana, usaram deste artefato para o cometimento de crimes, anestesiando a consciência.
A família não retroage mais. Não adianta criminalizar os homoafetivos. A base verdadeira do amor manterá a conquista. Toda violência destilada revelará apenas nosso baixo nível civilizatório, descendo de nação laica a nação evangélica, que se tornou uma imposição e uma afronta aos credos desta terra.
Arregacemos outra vez as mangas, nós que acreditamos na beleza da diversidade!
Nós que sentimos o abraço quente da liberdade acariciando encontros, sejamos firmes, embora continuemos amorosos.
O golpe afeta o Brasil, e para nós, começa a era do amor.
Amor escancarado, rasgando medos, fortalecendo as bases populares e fazendo política para defender a vida!