A necessidade de seriedade da parte de cada órgão, seja promotor ou 
A banalização da justiça; a punição dos éticos; a desqualificação da honestidade e o pior de todos os males, a impunidade descarada e metódica, reforçam as estratégias de coisificação da vida humana, em benefício dos interesses do poder.
A teia foi estruturada, pela engenharia da corrupção, de modo que, ser cidadão ativo tornou-se algo extremamente perigoso!
Ser cidadão no Brasil equivale a ser marginal.
Ser cidadão em Alagoas equivale a ser suicida.
Por que insistimos em dizer que vivemos numa democracia?
Por que não acabamos de vez com a farsa e assumimos que a tirania da corrupção determina nossas leis e nossas verdades sociais e políticas?
Ainda não vimos raiar a Republica real, transmutamos a Monarquia em algo ambíguo, híbrido, modelável, em acordo com as falácias e violências, que desde a colonização estão à frente da nação.
Denunciar o crime, a corrupção, os abusos, significa aqui, exposição extrema aos ditames dos violentos; em maioria, autoridades constituídas.
Nesse cenário, o que nos resta? Martírio de todos os lados.
Assim sendo, opto por esse caminho diário de riscos, com as mãos firmes a segurar a bandeira da liberdade.
Se viver é mesmo uma aventura, silenciar e ser convinente com a maldade, é a pior das desventuras que me poderia acontecer.
Em nome de Jesus, Gandhi, Tereza de Calcutá, Paulo Freire, Rosa Luxemburgo, Dom Hélder Câmara, Chico Mendes e outros milhares de anônimos que não desistiram da vida, ir em frente é nossa melhor alternativa.