A trajetória do novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, é tão controversa quanto a do seu antecessor na pasta, Ricardo Vélez.
Indicado pelo autoproclamado professor Olavo de Carvalho, Weintraub é chamado pelo The Guardian de “teórico da conspiração”.
Porque disse que o crack foi introduzido no Brasil pelos comunistas.
Repare que são declarações sem lastro científico. E para um futuro dirigente de uma pasta que lida com almas objetivadas por condições de vida muito duras num país que tenta se recuperar da recessão econômica em busca de alternativas para o acesso à educação.
Não é o caso de Olavo de Carvalho.
