Vinte dias após assumir a Secretaria Estadual de Saúde e movimentar as primeiras mudanças no Samu, Christian Teixeira carrega uma herança negativa na pasta: a quantidade de ambulâncias quebradas ou imprestáveis, algumas delas no pátio do serviço móvel de urgência e emergência, no bairro do Farol.
Nesta segunda-feira (20), eram 30 ambulâncias, lembrando que ano passado foi assinada uma portaria – ainda em vigor- de 22 de junho do ano passado- com um cronograma para desburocratizar os consertos dos carros.
Oito meses depois, o problema continua. E não se há de cobrar um milagre de Teixeira, um quadro bastante interessante da era Renan Filho.
Mas, o Samu é um dos serviços mais essenciais na saúde. As ambulâncias atendem tanto a quem mora no Aldebaran quanto quem está à beira da lagoa Mundaú, no Dique Estrada.
Todos os lados precisam de dignidade. Na hora do socorro, todos são todos independente dos espaços que ocupem na sociedade.
Tamanho disso? Nesta segunda, Maceió tem duas unidades básicas rodando, uma para o bairro do Farol; outra, para a Serraria. E três unidades avançadas (uma para o Farol, outra para o Trapiche e mais uma para a Serraria).
E tem mais: o Hospital Geral do Estado está tão cheio que não tem maca. E quem socorre o HGE? As macas do Samu.






