Não é possível calar, mas é necessário questionar, posicionar e ainda mostrar o vídeo no qual o presidente descasca sua índole atrasada, para desconstruir a mitologia bolsonarista que permeia o meio espírita no Brasil.
Uma festa mitológica com profecias e cavalos brancos, manipulou inúmeros eleitores brasileiros, frequentadores de casas espíritas, apontando Bolsonaro como o homem que libertaria o país de uma corrupção que assustava criancinhas e devorava a família inteira pela boca fumegante do comunismo.
Sim, a alegoria fez parte da campanha política e não foram os anônimos que protagonizaram o circo de horrores, foram os famosos mensageiros do além, que abusando do poder de influência vestiram a toga classista e contribuíram com a semeadura do ódio.
Agora é preciso colher, pois se a semeadura é livre e a colheita é obrigatória, nada mais justo do que carregar no lombo do cavalo branco que pisoteou a razão, o bom senso e a ética cristã dos “bolsoespíritas”, o resultado de suas miragens: um presidente grosseiro, mal educado, defensor do “politicamente incorreto” em todos os ângulos; implantando o autoritarismo plutocrático como sistema, mesmo sob o custo de vidas irmãs.
Não é somente um aceno de “eu avisei” que exibimos aqui, é um chamado mais firme à responsabilidade adquirida na indução do voto.
Política é ciência, não é oba-oba nem cabo de guerra. Urge amadurecimento, estudo, preparo moral e intelectual antes de montar palanques de base ideológica arcaica, colonial, e assumir o risco de eleger uma reencarnação de Calígula.
Chegou o momento de parar com as ilusões e se redimir fortalecendo os movimentos contra Bolsonaro, pela salvação do nosso país.
Quem tiver estômago, pode dar uma olhadinha no vídeo:
