Está provado que a base bolsonarista não tem capacidade de representar o país.
Homens e mulheres do PL e partidos associados ao nazifascismo brasileiro estão desvirtuando mais uma vez a cadeira que ocupam em Brasília. Mas só estão lá por causa do voto que receberam e o povo brasileiro não é prioridade para estes políticos, assim como nunca foi para o ex-presidente ao qual se agregam. Portanto, não merecem reeleição.
Está na hora de marcar bem o nome, o rosto e a sigla partidária de quem recebe mais do que a maioria esmagadora dos trabalhadores brasileiros e somente apresenta, apoia e vota em pautas que retiram direitos e precarizam a vida real do nosso povo, chegando inclusive a incentivar mortes evitáveis emplacando narrativas antivacinais e anticiências.
No primeiro dia de trabalho legislativo após um recesso recheado de privilégios (lembremos que sempre legislam em causa própria) eles resolveram jogar no lixo toda a seriedade da pátria, para fazer uma “birra coletiva” entre eles, porque querem interferir no poder vizinho, como já interferem no executivo.
Receber salário tão acima da média para demonstrar comportamento adolescente com sinuosidade de golpe no parlamento que lhes abriga, chega a ser intolerável.
Deputados federais e senadores de extrema incompetência, para nada servem além de tumultuar o cenário político do país.
Apagam os desafios sociais, a pobreza gerada pelas desigualdades de acessos e suas consequências. Nunca falam em educação pública de qualidade e para todos, não pensam em moradia digna para quem está sofrendo no aluguel, e menos ainda em fortalecimento da saúde pública, um diferencial brasileiro importante mas que sempre precisa de aprimoramento, e transformam o parlamento em palco de seus interesses e ódios.
Se dedicam tanto amor ao inelegível político Jair Bolsonaro, protagonista de um genocídio na pandemia entre tantas outras aberrações cometidas, que mantenham no nível de suas vidas privadas.
O país não pode ser governado por um poder, quando em seu equilíbrio democrático garante três vieses, a negociarem com a sociedade civil. Quem está errando no Brasil é o legislativo federal, que mantém deputados desertores sendo pagos e permite que parlamentares raivosos façam birra impedindo o trabalho sério do parlamento, que não é inteiramente bolsonarista.
Cada vez mais óbvio, que 2026 pode ser o ano da assepsia política na Câmara Federal e Senado.





