Na avaliação do líder petista, a instabilidade política criada por essas questões fizeram com que o governo priorizasse a agenda política em detrimento da econômica. Mas que “está na hora de a gente sentar na mesa e conversar, fazer um pacto pelo Brasil”, controlando a inflação, captando investimentos, entre outras pautas que ajudem o País a sair do cenário de não crescimento.
O líder petista ressaltou o papel conciliador do ex-presidente Lula, que chegou na noite desta quarta-feira, 14, a Brasília. “Toda vez que o presidente Lula vem para cá, ele ajuda a arrumar a casa. Ele acalma os ânimos e ajuda a gente a construir essa tão sonhada base fidelizada e de apoio ao governo, para votarmos essas matérias.”
Dentre os compromisso de Lula, uma possível conversa com o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), estaria na agenda. O senador Delcídio Amaral reafirmou o interesse do governo em se entender melhor com o peemedebista. “Nas conversas em que participei na coordenação política, com o ministro (chefe da Casa Civil) Jaques Wagner, há esse entendimento de se discutir com o presidente da Câmara toda uma agenda, que evidentemente impacta o Senado e vice-versa.”








