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Na ala que não dialogaria com MBL

Costumo afirmar que política para mim é Ciência, porque vai muito além de um jogo de opiniões e construções discursivas.

Uma extremada concessão aos discursos levados pelos ventos, gerou inúmeras ilusões a cerca deste tema, que é tão valioso para a vida real.

Um tratado fenomenal pode ser resumido no “Analfabeto Político” de Bertold Brecht, escrito com a assertiva pedagógica da arte que lhe era própria.

Enfim, o que será que partes da esquerda brasileira e da mídia mente aberta está querendo, quando embarca na mediação relacional com as figuras caricatas do MBL?

Talvez eles sejam interessantes para estudos comportamentais, do tipo: como não se deve entrar em uma escola, ou como se deve falar com um docente. E nada mais!

Agora qualquer “ícone” que manifeste raivinhas de Bolsonaro, Moro e supostamente apoie Lula se transforma em amigo da esquerda? Gente legal? Político de confiança?

De cá, a razão aponta para o retrospecto, e de lá, posso ver exatamente que tipo de política elegeu estas figuras.

Não podem nos representar!

Podem até reinventar seu marketing, mas nos envolver em suas jogadas, é inaceitável.

Desde o golpe contra a democracia brasileira, aos impropérios da Lava Jato e eleição de Bolsonaro, estas personalidades atuam no lado pior da história. E devem permanecer do lado que os gerou, pois jamais serão representantes dos interesses coletivos de caráter humanitário e cidadão, que a priori, ainda nos movem.

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