O Ministério Público Federal solicitou a Polícia Federal que investigue pagamentos da JBS ao advogado Frederick Wassef- que trabalhava para a família Bolsonaro- no valor de R$ 9 milhões.
A movimentação financeira foi atestada pelo Coaf que produziu relatório um mês após Fabrício Queiroz ser preso na casa do advogado.
Wassef é réu por peculato e lavagem de dinheiro por desvio de 4,6 milhões de reais.







