A justiça alagoana rejeitou os argumentos do coordenador da Defesa Civil da capital Abelardo Nobre e manteve, para março, audiência de instrução no processo que apita responsabilidade sobre crime de falsidade ideológica.
Nobre nega o crime alegando que buscou acesso a investigações federais e defende absolvição sumária. Os argumentos foram rejeitados tanto pelo Ministério Público quanto pela Justiça.
buscou o acesso a investigações federais e a absolvição sumária, alegando ausência de dolo e estrito cumprimento de dever legal. Contudo, o Juízo da 4ª Vara.
Nobre é acusado de inserir declaração falsa em processo, alegando não ter conhecimento de estudos técnicos sobre o solo no Bom Parto, mas ele teve acesso a nota técnica elaborada pela Defesa Civil sobre os riscos no local.
Assim Nobre, que é réu, omitiu deliberadamente informações e inseriu declarações falsas em resposta oficial à Defensoria Pública sobre a atualização do mapa de risco de áreas afetadas pela subsidência, como o bairro Bom Parto, diz o MP, corroborado pela Justiça.
