Morto de sargento da PM, na porta de banco, é tratada como execução

OS R$ 7.500 retirados da conta por ele, instantes antes de morrer, não foram levados na ação criminosa

A Polícia Civil de Alagoas trata o assassinato do sargento reformado da Polícia Militar, Jorge Carlos Pereira Rodrigues- morto na saída do banco Bradesco, no bairro do Farol, na terça, 14- como execução e não como latrocínio (roubo seguido de morte).

Segundo informações da Polícia Militar, o sargento havia sacado R$ 7.500, que não foram levados na ação criminosa. Em clima de comoção, ele foi enterrado nesta quarta-feira, 16, no cemitério Memorial Parque Maceió, no conjunto João Sampaio I.

“Inicialmente, estamos tratando o crime como execução, mas se, no decorrer das investigações, ficar comprovado que trata-se de um latrocínio, aí a investigação segue para a Delegacia de Roubos da Capital. Por enquanto, eu solicitei as imagens captadas pelo Bradesco e por um lava a jato, que podem ajudar na identificação dos criminosos. Ainda não ouvi testemunhas e nem familiares, mas temos algumas coisas encaminhadas que eu ainda não posso revelar”, contou o delegado Denisson Albuquerque, à Gazeta de Alagoas.

De acordo com ele, as investigações já foram iniciadas e as imagens registradas pelo circuito de câmeras do Bradesco e de um lava a jato, localizado próximo ao local onde o sargento morreu, já foram solicitadas e podem ajudar a apontar os culpados pelo crime.

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