Morreu em Aracaju, aos 73 anos, o cantor alagoano Roberto Becker, de infecção generalizada. O artista, radicado na capital sergipana, morreu de complicações durante uma cirurgia no Hospital Primavera.
Abaixo, os registros de sites alagoanos sobre o artista:
“Artista completo, versátil, um show com Roberto Becker é uma mistura de Música, humorismo e até números de ilusionismo caboclo que diverte pessoas de todas as idades.”
Nota: Frase extraída da contra-capa do vinil “Tereza, Minha Filha”.
[ Fonte: www.forroemvinil.com ]
Nome completo: ( carece de fonte )
Nome artístico: Roberto Becker
Data de nascimento: ( carece fonte )
Local: (carece fonte)
Gêneros: Forró, Frevo e MPB.
LEMBRAM DO ROBERTO BECKER? OLHA ELE AÍ FAZENDO SUCESSO EM ARACAJÚ ( 28 de Junho de 2011 )
Conheci o Roberto Becker nos anos 1970, quando trabalhei nas emissoras da Organização Arnon de Mello (Rádio e TV Gazeta). Sempre alegre, Becker vez por outra estava nos visitando na Gazeta levando as novidades do seu repertório. Não tive mais contato com Roberto Becker desde 1989. Notícias dele somente pelo seu filho, Antônio Becker, funcionário do estado que me informou estar o seu pai residindo em Aracaju. Agora, através de um e-mail que me foi enviado pelo Gilberto Lima, tive a feliz oportunidade de rever o Roberto Becker, numa entrevista concedida a uma emissora de televisão do vizinho Estado de Sergipe. Um grande abraço ao Becker.
[ Fonte: blogdoromulouchoa.blogspot.com ]
CURIOSIDADES
Roberto Becker e Os Golden Lions – 1970
No ano de 1970, o cantor alagoano Roberto Becker e seu grupo Os Golden Lions gravaram um raríssimo compacto duplo independente pela Rozenblit. O disco tinha influências da Tropicália e, podemos dizer, trazia um estilo que parecia muito o MangueBeat. A música mais Rock’N’Roll / Psicodélica chama-se “Distante De Maceió”.
[ Fonte: www.orkut.com, 21/03/2009 ]
RÁDIO JABÁ FM
@ – Roberto Becker não esconde o seu desencanto com o rádio alagoano. Becker produz, canta, grava, mas não consegue divulgar os seus discos porque não lhe dão espaço.
Alagoas, terra abençoada por suas belezas naturais, pelo seu povo ordeiro e pelos artistas que aqui nasceram. São artistas das Letras, das Artes, do Esporte e da Música. Nessa última temos grandes nomes que engrandecem o Brasil simplesmente porque seguiram em busca do espaço que aqui lhes foi negado.
O nosso rádio, principalmente algumas emissoras FM, não divulgam os trabalhos musicais dos nossos esforçados artistas. Segundo fonte fidedigna, essas emissoras de rádio só tocam em suas programações os cantores que pagam o famoso “jabá”, que se trata de um valor estipulado pela direção da rádio.
Pelo acordo, o cantor paga e a rádio toca o seu disco durante duas ou três vezes ao dia. Se o cantor acertar com a emissora e não cumprir o contrato, o seu disco vai para a gaveta da discoteca e de lá só sai quando acontecer o pagamento do “jabá”.
Atualmente gravar um CD até que é fácil, o difícil é tocar na rádio FM que cobra pelo espaço. É bom que se frise que nem todas as emissoras FM cobram para tocar discos de cantores alagoanos. Muitas rádios locais abrem suas programações para prestigiar a prata da casa. Será que essas rádios jabazeiras fazem isso com os cantores do Axé Music?
[ Fonte: www.qualquerinstante.com.br ]