A luta de um ano e um mês contra um câncer na laringe terminou no início da 
Bartô, que chegou à Rádio Gazeta em 1970, era a voz marcante que dizia “Quem ouve a Gazeta, sabe mais. Quem não ouve, está fora do ar”. Sua morte foi declarada às 5h40 no Hospital Memorial Arthur Ramos, onde estava internado.
Alagoano de Porto Calvo, ele começou a carreira profissional em 1968 como repórter geral e na captação do plantão esportivo da Rádio Difusora. Ao chegar à Gazeta, dois anos mais tarde, Bartô trabalhou no Departamento de Jornalismo e no programa Gazeta Saudade Jovem, aos domingos pela manhã, onde atuou até 1974.
Daí em diante, passou por várias emissoras de rádio AM e FM, como Rádio Progresso, Rádio Palmares – onde também exerceu função na área comercial –, Rádio Correio do Sertão de Santana do Ipanema, Rádios Maceió AM e FM e Rádio AM 710.
Retornou à Rádio Gazeta em 2001, quando passou a trabalhar na qualidade de Produtor Executivo, redigindo e apresentando os boletins informativos da programação diária e ainda participando da abertura das atividades da emissora, no comando do programa Forrobodó.
Informações do Gazeta Web