Ícone do site Repórter Nordeste

Mitos religiosos contemporâneos estão no chão

Brasília (DF), 07/05/2025 - O ex presidente, Jair Bolsonaro (e) e pastor, Silas Malafaia (d), participam da manifestação em defesa da anistia aos condenados nos atos golpistas de 8 de Janeiro Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

Fazer leituras para além das cascas fenomênicas é crucial para o entendimento da sociedade.

O Brasil é nossa pátria, amada ou traída, nosso chão permite a vida individual e coletiva, entre as linhas de sua história nem sempre boa, nem de tudo ruim.

No exato instante, a queda dos mitos religiosos contemporâneos não foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal, mas veio à tona a partir das pressões que a justiça brasileira (até que enfim) aplicou sobre líderes icônicos, seja na religião, seja na política; sendo estes vinculados aos movimentos de clamor nazifascita.

Baixo calão.

Ausência de ética.

Ódio.

Desrespeito à leis.

Violência verbal.

Envolvimento em trama golpista.

Acima estão exemplos simplórios. Pois o que fez cair a imagem do religioso contemporâneo como Silas Malafaia e família Bolsonaro, foi o afastamento integral de princípios religiosos e acirrado envolvimento com poder, dinheiro e domínio.

A narrativa sobre cristandade e família, espatifou em mil cacos, desde que os áudios de diálogos intestinos foram vazados, revelando como se relacionam entre si.

Se estes indivíduos arregimentam públicos, estes últimos estão sendo convidados  a profundo repensar de suas adesões.

Se o líder é perverso e continua liderando, os liderados se assemelham em algum grau ao perfil que escolhem seguir.

A crise moral também grassa no cenário brasileiro de última hora.

 

Sair da versão mobile