Fazer leituras para além das cascas fenomênicas é crucial para o entendimento da sociedade.
O Brasil é nossa pátria, amada ou traída, nosso chão permite a vida individual e coletiva, entre as linhas de sua história nem sempre boa, nem de tudo ruim.
No exato instante, a queda dos mitos religiosos contemporâneos não foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal, mas veio à tona a partir das pressões que a justiça brasileira (até que enfim) aplicou sobre líderes icônicos, seja na religião, seja na política; sendo estes vinculados aos movimentos de clamor nazifascita.
Baixo calão.
Ausência de ética.
Ódio.
Desrespeito à leis.
Violência verbal.
Envolvimento em trama golpista.
Acima estão exemplos simplórios. Pois o que fez cair a imagem do religioso contemporâneo como Silas Malafaia e família Bolsonaro, foi o afastamento integral de princípios religiosos e acirrado envolvimento com poder, dinheiro e domínio.
A narrativa sobre cristandade e família, espatifou em mil cacos, desde que os áudios de diálogos intestinos foram vazados, revelando como se relacionam entre si.
Se estes indivíduos arregimentam públicos, estes últimos estão sendo convidados a profundo repensar de suas adesões.
Se o líder é perverso e continua liderando, os liderados se assemelham em algum grau ao perfil que escolhem seguir.
A crise moral também grassa no cenário brasileiro de última hora.





