Amanhã, o ministro da Fazenda Joaquim Lévy vai estar na reunião do Comitê Nacional de Secretarias de Fazenda (Consefaz), em Alagoas. Será às nove da manhã, no hotel Ritz.
Será o instante do governador Renan Filho (PMDB) assumir, diante do ministro, os efeitos do ajuste fiscal no terceiro Estado mais pobre do Brasil.
A perspectiva para 2016 não é das melhores: a inflação está em dois dígitos, a alta do álcool por aqui é uma das maiores do Brasil, há uma reclamação geral no Governo sobre a paralisação de programas sociais.
Até o Canal do Sertão teve cancelamento de R$ 50 milhões. E o trecho 3 foi inaugurado mês passado.
E da agenda nacional não se fala mais na dívida pública ou pacto federativo- assuntos fundamentais para as finanças do Nordeste.
O quê pode ser levado ministro? Tudo.
Ou nada.




