O Plano Nacional de Segurança Pública inclui um Gabinete de Gestão Integrada (GGI), que será presidido pelo governador Teotonio Vilela Filho (PSDB) e o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. Segundo o governador, o ministro virá uma vez por mês a Alagoas para acompanhar, na Sala de Monitoramento (instalada no Tribunal de Justiça) e no GGI, as ações do plano- fiscalizado pelo Governo, Ministério Público Estadual, Tribunal de Justiça, Defensoria Pública, Polícias Federal e Rodoviária Federal, Defesa Nacional e Agência Nacional de Informações.
Segundo Vilela, o Plano Nacional de Segurança Pública é diferente do anunciado no Rio de Janeiro. No Rio, as ações eram localizadas; em Alagoas, acontecem em todo o Estado. O Plano vai exigir, do Governo de Alagoas, um financiamento de R$ 60 milhões- dinheiro que virá de empréstimos dos bancos mundial e Banco Nacional de Desenvolvimento, o BNDES.
O Plano inclui: compra de viaturas; construção de novo IML, incluindo uma Perícia Oficial; bases comunitárias; ampliação do Ronda Cidadã; recuperação das delegacias; videomonitoramento de Maceió; chips, monitorados por GPS, em todas as viaturas policiais, para acompanhar os locais dos veículos na Sala de Monitoramento. E a preparação de policiais em cursos e a realização de concurso público.
“Há tempos aguardávamos ação desta natureza. A decisão da presidenta Dilma de anunciar o plano nacional de segurança em Alagoas nos dá a certeza que teremos a estrutura que precisavamos para levar adiante tantas discussões, ideais, que dependiam de uma parceria como esta”, disse o governador.








