Reuters
Os corpos mutilados de dois repórteres fotográficos mexicanos foram 
Outros dois corpos encontrados no canal ainda não foram identificados. O governo disse que os assassinatos têm as marcas do crime organizado, termo que no México costuma se referir a cartéis de traficantes. Luna trabalhava na agência Veracruznews, e Huge estava até recentemente no jornal Notiver e havia recebido ameaças nos últimos meses, segundo colegas.
No começo da semana, outra jornalista de Veracruz, Regina Martínez, foi encontrada morta com sinais de agressões e estrangulamento em sua casa, na localidade de Xalapa. Ela trabalhava na revista de maior circulação no México, a Proceso, e costumava escrever sobre o narcotráfico e seu envolvimento com policiais